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Nascida em 1981 para produzir caixas de velocidade e montar motores, passou em 2024 para a mobilidade elétrica.
In Jornal de Negócios, 22 Out 2026
Em 2024, iniciou a transformação da fábrica de Aveiro, da produção de caixas de velocidades manuais e componentes para motores de combustão para um centro de excelência de soluções eletrificadas, mediante uma arquitetura data-centric.
A Promosoft foi adquirida pelo grupo polaco Asseco em 2015 e ganhou mundo, mas neste novo ciclo, a Madeira continua a ter um papel central.
In Jornal de Negócios, 19 Out 2026
Os pagamentos são uma das principais áreas de crescimento, impulsionados pela expansão dos pagamentos instantâneos e pela modernização das infraestruturas, mas também nos canais digitais, na integração de sistemas, no mercado de capitais e na evolução do core banking e das soluções cloud.
A floresta e o pinheiro-bravo estão na origem dos negócios da família Alfarroxo, que na Figueira da Foz desenvolveu novas atividades industriais.
In Jornal de Negócios, 15 Out 2026
Com as crescentes restrições à utilização da turfa, Alfarroxo está hoje a construir uma empresa especializada em substratos e agricultura técnica baseada em matérias-primas como a casa de pinheiro, as fibras de madeira e de coco.
As principais áreas de investigação incluem materiais de isolamento, redução de peso, novos materiais e a integração de inteligência artificial.
In Jornal de Negócios, 12 Out 2026
A empresa tunisina na Guarda tem alargado o seu portefólio de cabos que começou na indústria automóvel para as energias renováveis, a robótica, a automação industrial, os data centers e as infraestruturas de carregamento para veículos elétricos.
A prioridade para 2026 passa por consolidar a integração, aproveitar o conhecimento industrial e comercial e lançar uma nova geração de produtos e tecnologias em novas geografias e junto de novos clientes.
In Jornal de Negócios, 08 Out 2026
Com 98,3% da faturação destinada à exportação, a Luísa Rosas construiu uma marca de joalharia portuguesa com presença em vários mercados internacionais. A integração da manufatura em Guimarães reforçou o controlo sobre toda a cadeia de valor e sustenta a expansão do negócio.
In Jornal de Negócios, 06 Out 2026
José Teixeira coloca as pessoas no centro da estratégia do grupo e associa a inovação a uma cultura de maior autonomia dos trabalhadores.
In Jornal de Negócios, 01 Out 2026
O grupo, que já ultrapassou os 660 milhões de euros de faturação não consolidada, está cada vez menos dependente da construção, enquanto reforça posições em áreas como a indústria, energia, ambiente, ferrovia, telecomunicações e economia circular.
A Sysadvance atravessa uma fase de forte crescimento internacional, após um percurso de mais de duas décadas iniciado como spin-off da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, através da capacidade de transformar tecnologia desenvolvida internamente em produtos para mercados exigentes.
In Jornal de Negócios, 28 Set 2026
As empresas distinguidas pelos prémios constituem um exemplo da capacidade de adaptação e podem funcionar como referência para outras que ainda não iniciaram o processo de internacionalização.
In Jornal de Negócios, 24 Set 2026
Num contexto geoeconómico exigente, marcado por conflitos bélicos e comerciais, Portugal precisa de encontrar novos destinos de exportação para retomar o crescimento externo e reconquistar quota de mercado.
Os vencedores da edição de 2025 representam a ambição e a capacidade das empresas portuguesas que através das suas estratégias de expansão global reforçam a presença e a reputação de Portugal nos mercados internacionais.
In Jornal de Negócios, 24 Nov 2025
As empresas exportadoras portuguesas confrontam-se com um cenário de crescente incerteza, marcado por guerras tarifárias e transformações tecnológicas aceleradas.
João Rui Ferreira salientou a entrada de novos líderes com experiência internacional, que regressam às PME trazendo uma maior capacidade de gestão e de inovação.
Portugal chegou a ter as exportações a representarem 49% do PIB e recuou para 45% no primeiro trimestre de 2025. O país continua abaixo da média da UE. A nova meta é alcançar os 55% até 2030.
"Quando as empresas estão expostas à concorrência internacional, têm que fazer pela vida. Não há margem para ineficiências e aprendem também com os melhores", refere Alberto Castro.
In Jornal de Negócios, 12 Nov 2025